terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Tragam-lhe o colete

Será que em tempo de fim de ano, os jornais só conseguem escrever disparates?

Ontem não houve "Tempo Extra", com Rui Santos...


... mas hoje o amigo maluquinho dele deu uma entrevista ao jornal O Jogo. Bravo Queirós (ou Queiroz, ninguém sabe), continuas a dar-me razão.

"Corruptos e bem pagos!"

Tabela desavergonhadamente roubada ao Encarnado e Branco

Agora vamos lá a saber quem é que ganha mais que estes senhores que desempenham este trabalho em part-time. Eu (e, quase seguramente, todos vocês) posso garantir-vos que ganho menos. Se calhar a profissionalização deve começar a ser vista com outros olhos.

sábado, 27 de dezembro de 2008

Sidnei e Paulo Bento



Entre as declarações proferidas por Sidnei, hoje, ao jornal Record e as declarações de Paulo Bento no final do Sporting - FC Porto para a Taça, vai uma grande diferença. Se num caso não fazemos ideia do que vai acontecer, no de Paulo Bento já temos algumas noções, nomeadamente a de que o treinador do Sporting não vai ter o castigo que efectivamente merecia. Ao que parece, o Conselho de Disciplina vai atribuir apenas 15 a 30 dias de castigo ao treinador leonino. Manifestamente pouco comparando com o castigo a Luís Filipe Vieira aquando das suas declarações após o final do encontro entre Boavista e Benfica da época passada. A minha dúvida é se vão castigar o Sidnei pelo que disse. Tendo em conta a tendência de sumaríssimos, castigos, e afins que se vê neste país, eu diria que o central vai mesmo ser castigado.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Olha... que surpresa!

Este blogue ainda existe. 2009, ano novo, vida nova, blogue outra vez em funcionamento. Já partir de amanhã.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Até já

A todos os benfiquistas e adeptos de futebol que lêem este blog, apresento desde já as minhas desculpas pela não actualização do mesmo. Oficialmente, a partir de hoje, deixo de escrever no Mística Gloriosa até ver e passarei a redigir exclusivamente no Eterno Benfica. Apareçam por lá sempre com as vossas opiniões.

Aos restantes seres acéfalos (onde se inclui o idiota do comentário ao post do Cajuda) façam boa viagem. São sempre "gente" dispensável. Vão ter com as meninas que o vosso presidente vos dá ou então festejem os tíulos dos vossos rivais e orgulhem-se do Project Finance.



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Big Mak... de frango!


Vencemos e não sofremos golos. Os dois requisitos pedidos por Camacho aos jogadores foram cumpridos, apesar da forma sofrível como conseguímos arrancar este resultado. O que conta é o resultado no marcador, e com 1-0, os alemães terão a vida muito complicada na eliminatória. Se sofrerem um golo, terão de marcar três, algo que na Bundesliga conseguiram apenas uma vez (5-1, na vitória ao Frankfurt).

Bem podemos agradecer a vitória. Não sei se merecíamos este resultado. Estatisticamente fomos bastante inferiores: 7 remates contra 13 dos alemães, sendo que apenas 2 (!) foram à baliza, enquanto eles atiraram ao alvo por 4 vezes. Fizemos mais faltas (se bem que a actuação do árbitro fosse ao nível dos que cá temos...) mas tivemos mais posse de bola, o que nos permitiu construir jogadas mais consistentes e elaboradas do que o futebol de "chutão" praticado pelo Nurnberg.

O remate certeiro foi após uma excelente iniciativa individua de Rui Costa, que arrastou consigo cinco defensores dos alemães e deixou Maukula liberto, com espaço para disparar à baliza, fazendo assim o primeiro golo com o manto sagrado. Estava quebrado o nulo. Obrigado pela colaboração, Blazek.


Na segunda parte, o Benfica dominou os germâncios, que só impuseram o seu "futebol" após os 75 minutos por nítida quebra física do trio do meio-campo: Rui Costa, Nuno Assis e Petit. Mas globalmente, durante toda a segunda parte, o Benfica foi senhor do jogo, mostrando uma atitude madura, de uma equipa experiente: Quim, tem uma defesa que vale o bilhete, os defesas não deram espaços ao gigante Koller, bem anulado por um jogão do grande zagueiro, Luisão; o meio-campo foi dinamizador de jogo (graças a Rui Costa) e o ataque soube jogar ao estilo do Nurnberg: com força, apostando no choque, desgastando assim a defesa.

Fiquei contente com o jogo. Apesar de muita gente achar que deveríamos ter feito mais, é importante lembrar que o Nurnberg tem mais valor do que o que as pessoas pensam, por isso a vitória por 1-0 até foi boa. Para a semana é repetir a dose, que Portugal bem precisa de pontos para o ranking e porque nós queremos sonhar alto na UEFA. Bem alto.

Ficha de jogo

Taça UEFA - 16 avos-de-final
Estádio da Luz, Lisboa
Assistência: Cerca de 29 000 espectadores
Árbitro: Alexandru Dan Tudor (Roménia)

SL Benfica

Quim; Nélson, Luisão, Katsouranis e Léo; Petit (cap.), Rui Costa, Nuno Assis (David Luiz, 85 min) e C. Rodriguez (Freddy Adu, 85 min); Cardozo (Di Maria, 59 min) e Makukula
Suplentes não utilizados: Butt, Luís Filipe, Edcarlos e Mantorras
Treinador: José Antonio Camacho

FC Nurnberg

Blazek; Reinhardt, Glauber, Wolf e Pinola; Galasek (cap.), Kluge e Engelhardt; Adler (Kristiansen ao int.), Koller e Saenko
Suplentes não utilizados: Klewer, Charisteas, Schmidt, Spiranovic, Abardonado e Mnari
Treinador: Thomas von Heesen

Disciplina: Cartão amarelo a Nélson (22 min), Wolf (65 min), Petit (87 min) e Pinola (87 min)

Marcador: 1-0 por Makukula (43 min)

Melhor em campo: Luisão (SL Benfica)

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Sem mais comentários

«Quanto aos jogos dos restantes «grandes», o Naval-Benfica terá arbitragem de Rui Costa, enquanto no Sporting-Est. Amadora estará Artur Soares Dias, curiosamente dois árbitros da AF Porto.»

in A BOLA

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

A exaltação dos valores da Academia


Em Alcochete, mal um rapazito dá três toques na bola, é de imediato chamado um professor de inglês para ensinar essa língua de trapos à criança, pois, mais cedo ou mais tarde, o tio Carlos vai levá-la para Manchester (ou Manster, como diz o nosso querido engenheiro. Um bem-haja para os gregos!).


Foi assim com o miúdo da Madeira, foi assim com o miúdo de Massamá, será assim com o filho do grande Veloso e, quiçá, também pode ser assim com o novo guarda-redes da "melhor escola de formação do Mundo" (como só ela se intitula), o Rui Patrício.

Toda a gente sabe que o Rui Patrício é o melhor guarda-redes da Liga (e ai de quem diga o contrário! É proibido!). Toda a gente sabe que Rui Patrício é produto da "melhor escola de formação de jogadores do Mundo". E aliás, é tão bom, tão bom, tão bom, tão bom, tão bom que o Scolari já o convocou para um particular contra a melhor selecção do Mundo.

A questão que aqui se coloca é clara: porque é que Rui Patrício é convocado em detrimento de outros guarda-redes? É melhor? Vejamos então:

Nos seus 8 jogos para o campeonato, o "sucessor de Damas" tem uma média de 5,5 pontos por jogo, segundo um diário desportivo, e sofreu, nada mais nada menos que 8 golos.
Na época 2001/2002, despontava um outro guarda-redes de qualidade, José Moreira, que nos oito primeiros jogos sofreu apenas dois golos. Dois! E no entanto, esse mesmo Moreira não tem uma única internacionalização A pela selecção.

Pelos vistos, o registo do futuro melhor guarda-redes do Mundo "formado na melhor escola do Mundo" não é assim tão positivo como apregoam. Há muitos outros guarda-redes capazes de fazer melhor que o menino de Alcochete. Há guarda-redes portugueses a realizarem épocas muito boas, umas atrás das outras, e nunca são chamados à selecção. Por exemplo, o Hilário (Chelsea), Eduardo (Vit. Setúbal) ou Pedro Roma (Académica). Por que é que estes jogadores não são chamados?

Hoje jogamos com a Itália. Espero que Scolari tenha o bom senso de não dar a baliza a Rui Patrício sem a dar primeiro a um outro guarda-redes muito profissional que está há vários anos (cerca de 7!) na selecção sem fazer um único jogo, e que nunca se queixa dessa situação, revelando o seu espírito desportivo e a sua atitude de excelente profissional, o guarda-redes titular do Benfica, Quim.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Ou muito me engano ou...


... já foste.

De volta ao "normal"

Bem me parecia que a exibição do fim-de-semana passado tinha sido fruto do acaso. Frente ao Nacional, no Estádio da Luz, não conseguímos dar sequência ao bom resultado alcançado no Minho e ao deslize do praticamente-campeão-nacional-que-já-tem-as-faixas-encomendadas. Assim, com este resultado, o segundo lugar fica em risco, quando a deslocação a Alvalade já não está assim tão longe.

Ontem, mais uma vez, o Benfica voltou a entrar tímido no jogo. Não conseguiu durante toda a primeira parte fazer uma jogada com princípio, meio e fim. Não há fio de jogo. Não se faz uma jogada completa com bola a correr pelo relvado, isto sobretudo devido à ausência da peça fundamental da equipa, que já tem 35 anos, Rui Costa. Algo está mal quando uma equipa vê nela o melhor jogador com aquela idade e se sente tão dependente dele.

Para não variar, o adversário do Benfica entrou forte no jogo. Começaram a incomodar Quim ainda antes dos 10 minutos, chegando à nossa baliza com uma impressionante facilidade. O nosso meio-campo defensivo está de rastos. Petit e Katsouranis estão completamente fora de forma. Não conseguem recuperar nos contra-ataques, não têm envolvimento nos lances ofensivos e não conseguem transmitir garra a uma equipa atafulhada de sul-americanos.
Ofensivamente, os jogadores (à excepção de Di Maria e Nuno Gomes) estavam simplesmente parados. Lá no 3º piso é que dá para ver quem corre e quem não o faz. É incrível ver Maxi Pereira, Cardozo, os dois trincos e os laterais parados, sem procurarem desmarcações ou linhas de passe. Dá dó ver um Benfica que parece que não treina durante toda a semana.
E como a situação não estava assim tão má que não pudesse piorar, eis que se lesiona um dos poucos jogadores que poderia conseguir fazer a ligação entre o meio-campo e o ataque, Nuno Gomes. Felizmente não tivemos que "gramar" com o Assis, pois estava lá no banco C. Rodriguez, que até acabou por ser um dos melhores em campo. A primeira parte terminava pouco depois com pouquíssimo futebol.

No segundo tempo o Benfica entrou mais objectivo, fruto das investidas de Di Maria e Rodriguez, mas também algo desorganizado, não se percebendo em que posições estavam a actuar os três médios sul-americanos. O Benfica até teve boas oportunidades com Maxi Pereira num remate frontal e dois cabeceamentos, por Cardozo (tão apagado...) e Mantorras, que foi inconsequente. Nos vários lances de bola parada que tivemos, nem um resultou em perigo. Mas será que eles treinam? Tudo marcado ao segundo poste onde não aparecia ninguém, quando toda a gente sabe que o melhor jogador do Benfica nestes lances é Katsouranis, que costuma aparecer em antecipação ao primeiro poste. O Nacional apenas a espaços procurou a sorte, sorte essa que lhe ia saindo num cabeceamento de Ricardo Fernandes, após livre de Spadacio.
Nas substituições Camacho esteve desastroso: primeiro tirou o Nélson e colocou Léo, quando devia ter retirado o apagado Luís Filipe e colocado o luso-cabo-verdiano na direita, e segundo tirou Di Maria, que foi claramente o melhor em campo, o que valeu uma monumental assobiadela ao técnico espanhol.
Resultado final, 0-0, que premeia o esforço do Nacional sobretudo na primeira parte e castiga a desorganização colectiva do Benfica.

No final, lenços brancos e bastantes vaias para a equipa e para José Antonio Camacho, que, com a vinda de Makukula, terá mais uma solução para um ataque que parece cada vez mais ineficaz.

P.S. Comportamento vergonhoso das claques: os Diabos Vermelhos praticamente não apareceram, mais uma vez. Só põem os pés no Estádio quando jogamos com os rivais. Os No Name Boys fizeram a única coisa que sabem: mandar very lights para o campo, dando razão a quem diz que as claques são fonte de problemas e que não dignificam o espectáculo, dando uma imagem de insegurança ao futebol.

Ficha de jogo

Bwin Liga - 18ª jornada
Estádio da Luz, Lisboa
Assistência: 31 694 espectadores
Árbitro: Olegário Benquerença (AF Leiria)

SL Benfica

Quim; Luís Filipe, Luisão, Edcarlos e Nélson (Léo, 67 min); Petit, Katsouranis, Maxi Pereira e Di Maria (Mantorras, 79 min); Nuno Gomes (cap.) (C. Rodriguez, 39 min) e Cardozo
Suplentes não utilizados: Butt, Sepsi, Adu e Nuno Assis
Treinador: José Antonio Camacho

CD Nacional

Bracalli; Patacas (cap.), Ricardo Fernandes, Cardozo e Alonso; Edson, Cléber, Juninho (Adriano, 68 min), Juliano Spadacio e Fábo Coentrão (Pateiro, 75 min); Rodrigo (Lipatin, 63 min)
Suplentes não utilizados: Belma, João Coimbra, Filipe Lopes e Reinaldo
Treinador: Pedrag Jokanovic

Discplina: Cartão amarelo a Di Maria (76 min) e Adriano (80 min)

Marcador:

Melhor em campo: Di Maria (SL Benfica)

sábado, 26 de janeiro de 2008

4 anos e 1 dia d.F.

Há quatro anos e um dia estava a jantar em casa de uns familiares. Nessa data, o Benfica tinha-se deslocado a Guimarães para defrontar o Vitória local. O jogo era transmitido pela Sporttv e esses meus familiares não tinham a assinatura desse canal. Sempre preocupado com o resultado, ia frequentemente mudando para a Sporttv, porque apesar de estar codificada, sempre dava para perceber quanto é que estava o resultado. Bem perto do final coloquei esse tal canal e verifiquei que o resultado estava 0-1 a nosso favor e que estava um dos nossos jogadores no chão. A primeira coisa que pensei foi que, como já estavam 90 e tal minutos de jogo, um dos nossos atletas estava a fazer "ronha" no chão. Comentei logo com o meu pai: "O Simão (parecia o 20), já está a queimar tempo. Isto está ganho!"

Passados quinze minutos, o mesmo jogador estava no chão. Aí, percebi que aquilo não era só "ronha". Fui à internet e, no site do jornal A BOLA, li o que não me passaria pela cabeça...
a confirmação do sucedido só chegou pouco depois das 23 h. Tínhamos perdido. Uma grande derrota.

4 anos e 1 dia depois de Fehér, o Benfica voltou a Guimarães num contexto diferente: hoje estava em disputa uma posição entre as duas equipas. De um lado, um Benfica que necessitava de pontos para segurar o segundo lugar; do outro lado, um Vitória que sabia que a Champions estava ali tão perto.

O jogo começou com o Benfica mais rápido e mais perigoso, tentando chegar à baliza de Nílson. Várias tentativas ora pelo lado esquerdo com Nélson e Di Maria, ora do lado direito, com Luís Filipe e Maxi Pereira, ambos em bom plano. O primeiro golo não tardou e nem sequer foi de estranhar. Falta sobre Rui Costa e livre superiormente marcado por "Tacuara" Cardozo, abrindo o activo bem cedo, aos 8 minutos. A partir daí o Vitória começa a regair e a criar boas oportunidades de golo, controlando a maior parte de jogo através da posse de bola, mas nunca conseguiu verdadeiramente superiorizar-se ao Benfica.



Pouco tempo depois, após esforço de Di Maria, Maxi Pereira, servido pelo argentino faz o segundo golo no jogo, aproveitando alguma apatia da defesa vimarenense. O Benfica continuou a jogar de modo seguro, dando a iniciativa de jogo ao Vitória, que conseguiu "sufocar" um Benfica sólido defensivamente apesar das deficiências físicas de David Luiz. Camacho mostrou alguma intranquilidade com a situação, chamando Nuno Assis bastante cedo, mas só o colocou à passagem do minuto 45. Chegado o intervalo, em boa hora, era altura de rever o posicionamento defensivo de Katsouranis, e fazer reajustes no meio-campo, de modo a tentar evitar a avalanche ofensiva do Vitória.



Na segunda parte, e face à excelente visão de jogo de Manuel Cajuda, que lançou Ghilas e Carlitos, o Vitória embalou para uma exibição que mostra o porquê da equipa se encontrar em terceiro. À passagem dos 61 minutos, após falta de Nélson sobre Carlitos, Ghilas marca de cabeça com alguma sorte, apesar de, na minha opinião, o avançado argelino estar em fora-de-jogo. O ambiente explosivo no D. Afonso Henriques continuava e Camacho tentava alcalmar a equipa. Cajuda, por sua vez, "mete a carne toda no assador", frase que ele próprio celebrizou, tirando um lateral esquerdo e apostando em mais um ponta-de-lança. Com esta substituição o jogo ficou muito partido, sucedendo-se ataques e contra-ataques num jogo com um ritmo alucinante, quase como se fosse uma partida de futsal. Camacho retirou Di Maria primeiro e Rui Costa depois, ambos visivelmente esgotados, dando lugar a Adu e Nuno Gomes, que pouco tempo tiveram para se mostrar. O Benfica voltara a equilibrar o jogo, e graças a uma bola longa com a preciosa colaboração do keeper vitoriano, Cardozo faz um golo a 35 metros da baliza. Tudo fácil, terminando um jogo in loco.



Globalmente foi um verdadeiro espectáculo de futebol que ambas as equipas nos proporcionaram. O Benfica fez uma exibição "adulta", atacando e defendendo sempre bem, sempre no timing certo. Destaco individualmente as performances de Luís Filipe, que foi constantemente massacrado por Desmarets e Ghilas, Petit, que voltou às grandes exibições, Di Maria, pela assistência e pelo desempenho defensivo e Óscar Cardozo, pois claro, pelo seu 13º golo, faltando-lhe apenas 7 para cumprir a sua promessa. Nada mal.



Ficha de jogo

Bwin Liga - 17ª jornada
Estádio D. Afonso Henriques, Guimarães
Assistência: 25 710 espectadores
Árbitro: João Ferreira (AF Setúbal)

Vitória SC

Nílson; Andrezinho, Geromel, Sereno e Luciano Amaral (Roberto, 61 min); Flávio Meireles (cap.), João Alves (Ghilas, ao int.), Alan, Fajardo (Carlitos, ao int.) e Desmarets; Mrdakovic
Suplentes não utilizados: Nuno Santos, Moreno, Márcio Martins e Tiago Ronaldo
Treinador: Manuel Cajuda

SL Benfica

Quim; Luís Filipe, Edcarlos, David Luiz (Nuno Assis, 45 + 6 min) e Nélson; Petit (cap.), Katsouranis, Maxi Pereira, Rui Costa (Nuno Gomes, 85 min) e Di Maria (Adu, 76 min); Cardozo
Suplentes não utilizados: Butt, Sepsi, Christian Rodriguez e Mantorras
Treinador: José Antonio Camacho

Disciplina: Cartão amarelo a Petit (18 min), Rui Costa, (34 min), Nélson (59 min), Ghilas (59 min) e Di Maria (67 min)

Marcador: 0-1 por Cardozo (8 min), 0-2 por Maxi Pereira (26 min), 1-2 por Ghilas (61 min) e 1-3 por Cardozo (90 + 2 min)

Melhor em campo: Luís Filipe (SL Benfica)

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

A soul never forgotten



sábado, 19 de janeiro de 2008

As camisolas não ganham jogos!

Foi este pensamento que me acompanhou desde que entrei no estádio até quando saí. Está mais que provado. O passado recente dos três grandes na Taça é demonstrativo disso mesmo: Torreense, Gondomar, Atlético, Gil Vicente, Varzim, Naval foram alguns dos surpreendentes carrascos de Benfica, Sporting e FC Porto ao longo destes últimos anos. Por que é que hoje não poderia ter sido o Feirense?

Apesar da vitória, não estou contente com o medíocre futebol praticado pelo Benfica. Não chega passar a bola ao Rui Costa e esperar que ele resolva os problemas sozinho, até porque não voltaremos a jogar, pelo menos esta época, com uma equipa tão fraca como o Feirense.

O Benfica regressou ao seu sistema táctico mais utilizados nos últimos anos. Depois de um empate com o Leixões, Camacho achou que para jogar com uma equipa ainda mais fraca deveria retirar mais um ponta-de-lança. Sinceramente, esta coisa de jogar com apenas um ponta-de-lança com equipas muito mais fracas é coisa que nunca irei perceber. Mas falando menos de táctica e mais de futebol jogado, o Benfica entrou melhor, como era sua obrigação. Durante a primeira parte, Rui Costa foi o único dinamizador de jogo da equipa, que tinha também alguns jogadores esforçados (Nuno Assis, Nuno Gomes e Di Maria), mas que se revelaram inconsequentes. Uma ala esquerda habitualmente não-titular, pelo menos naquelas posições com Nélson e Di Maria, teve poucas iniciativas de ataque. À direita, Luís Filipe e Maxi Pereira, ambos com exibições desastrosas, foram incapazes de chegar à linha e cruzar uma única vez com perigo. Foi preciso o velho mostrar àqueles dois como se fazia. Mesmo assim, não aprenderam. Depois de enviada uma bola à trave e de três remates perigosos, o intervalo chegou em boa hora para o Benfica, visto que as alterações eram mesmo necessárias.

E assim foi: saíram o Maxi e Di Maria para as entradas de Freddy Adu e Cardozo. O paraguaio voltou a mostrar de que massa é feito, marcando o único golo da equipa, após jogada algo confusa na área. A partir daí foi o descalabro em termos exibicionais e tácticos. Por pouco que não aconteceu uma hecatombe: num lance aparentemente fácil, a defesa do Benfica decide não recuperar, deixando dois homens da Feira para apenas um central, o Edcarlos. Minutos mais tarde, é o camisola 3 que resolve falhar um corte básico deixando o avançado na cara de Butt. E por fim Luís Filipe (já faltava, não é?) que resolve oferecer a bola a um adversário deixando-o isolar-se. Sorte a nossa que esse mesmo avançado e outros dois companheiros não tiveram arte nem engenho para bater Butt, que lhes "ofereceu" o golo.

A missão está cumprida, mas a exibição deixou muito a desejar. Apenas Rui Costa mostrou ser digno de usar aquela camisola. Foi o único que não teve falhas. De resto, só quem esteve na Luz é que se apercebeu de como é o ambiente: o dos adeptos, nas bancadas, e o da equipa, no campo. Em ambos, há falta de alegria e motivação. A única alegria foi ver o regresso de Moreira, nem que seja ao banco. O rapaz merece melhor sorte.

Ficha de jogo

Taça de Portugal - 5ª eliminatória
Estádio da Luz, Lisboa
Assistência: Cerca de 15 000 espectadores
Árbitro: Bruno paixão (AF Setúbal)

SL Benfica

Butt; Luís Filipe, Luisão, Edcarlos e Nélson; Katsouranis, Rui Costa, Maxi Pereira (Freddy Adu ,ao int.), Nuno Assis e Di Maria (Cardozo, ao int.); Nuno Gomes (cap.)
Suplentes não utilizados: Moreira, David Simão, David Luiz, Ruben Lima e Mantorras
Treinador: José Antonio Camacho

CD Feirense

Hélder Godinho; Márcio (Denílson, 83 min), Luciano, Hernani e Barge (André Soares, 65 min); Hélder, Teles, Jorge Silva (cap.) e Serginho; Jorge Leitão e Gabi
Suplentes não utilizados: William, Galanho, Bruno Sousa, Tiago, Mamadi
Treinador: Luís Miguel

Disciplina: Cartão amarelo a Barge (39 min) e Nélson (75 min)

Marcador: 1-0 por Cardozo (52 min)

Melhor em campo: Rui Costa

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Os bons exemplos são para seguir

Este é mais um bom exemplo do que já acontece no estrangeiro e que, infelizmente, não acontece no país da falta da falta de transparência.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Recomeçar de novo

Curiosa esta sensação de déjà vu que passa na minha mente, senão reparem:

Num Benfica mergulhado numa crise profunda, vindo de uma época em que não tínhamos ganho nada, começámos a nova temporada com um treinador português medíocre. A direcção, ciente do erro que cometera, decidiu despedir esse mesmo treinador depois de um resultado inaceitável. Quem é que foi o escolhido? José Antonio Camacho. Com o técnico espanhol, processaram-se no clube uma série de mudanças ao nível da mentalidade dos jogadores até mesmo na política de aquisições. Chegado o mês de Janeiro, contrataram-se alguns jogadores nucleares que viriam a fazer parte do plantel que anos a seguir se tornaria campeão português e que chegaria a uma fase muito adiantada das competições europeias de clubes. O Benfica tinha saído da crise e estava no topo europeu. A transição do passado para aquele presente tinha sido um sucesso.

Hoje vivemos uma situação que parece ser em tudo semelhante à anteriormente descrita. Fernando Santos, depois de uma época desoladora, saiu e reaparece Camacho. A equipa parece ter mais alguma coisa que a do engenheiro e apesar dos resultados não estarem a aparecer, Janeiro já chegou e estamos no mercado a contratar jogadores. A questão é se conseguiremos obter resultados tão positivos como os obtidos no mercado de Janeiro de 2003. A transição de há cinco anos foi muito bem conseguida, resta-nos tentar igual sorte e questionarmo-nos por que é que foi preciso recomeçar de novo, o que é que correu mal no passado, para que não se volte a repetir.

domingo, 13 de janeiro de 2008

A crónica do "Bom Malandro"


O que se passou ontem no estádio da Luz foi anedótico. Em tudo. Situações a fazer lembrar a época de João Vale e Azevedo: um estádio que nem chegou à meia casa, uma exibiçãozinha deprimente e um roubo de igreja como há muito não via.

Apesar de tudo, a primeira parte realizada pelo Benfica foi positiva. Entrámos relativamente bem e mesmo sem criar muitas oportunidades de golo, a verdade é que o Leixões não se aproximou da baliza de Quim. A equipa parceia querer afunilar tudo o processo ofensivo pelo lado direito, onde Nélson e Maxi Pereira não conseguiam subir eficazmente, chegando muito poucas vezes ao último terço do relvado. À esquerda nada de novo: a equipa ressentiu-se da ausência de Cristian Rodríguez, e Di Maria voltou a rubricar uma exibição fraquinha, ao nível da exibição de Maxi Pereira. Para além disso, Rui Costa e Petit estão num mau momento de forma, não conseguindo dinamizar o meio-campo, parecendo todo o nosso jogo previsível e inconsequente. Quando uma equipa tem todos estes handicaps só com uma ajuda escandalosa do árbitro é que consegue ganhar com um bom resultado. Mas como somos Benfica, não nos fazem esse favor, pelo contrário. Até porque, tal como diz RAP na edição de A BOLA de hoje, "o melhor defesa do mundo joga na equipa de Paulo Costa".

Este defesa conseguiu anular um golo limpo a Nuno Gomes ao quarto de hora (ver vídeo) e ainda cometer uma série de erros graves na segunda parte não assinalando múltiplos foras-de-jogo ao ataque leixonense. Aliás, toda a primeira parte do Benfica são vários erros e decisões polémicas: o golo mal anulado, um lance polémico sobre Cardozo e o "penalty que já não é penalty" sobre o Léo.



Na segunda parte, o jogo mudou radicalmente: o Leixões passou a dominar o Benfica, encostando-nos às cordas. Atirou a bola aos postes por duas vezes (por Roberto e Diogo Valente) e ainda falhou mais duas boas oportunidades. A defesa parecia um grupo de quatro amigos que se juntam ao sábado para jogar à bola pela primeira vez. Erros atrás de erros por parte de Luisão, Léo completamente sozinho na marcação aos extremos e David Luiz muito nervoso.
Pelo lado do Benfica, Petit, por duas vezes, tentou resolver a situação com um remate do meio da rua que Beto defendeu com os pés e depois com um remate à meia-volta. Léo tem também uma excelente oportunidade e Rui Cota parece sofrer uma grande penalidade perto do fim do jogo. Refiro ainda a incompetência (ou talvez chico-espertismo) do fiscal de linha que não teve dúvidas ao assinalar fora-de-jogo ao Nuno Gomes, que, durante a segunda parte, não assinalou vários offsides claríssimos por parte dos homens do mar.

José Antonio Camacho atravessa uma fase conturbada. Não consegue ter mão no plantel, não acerta nas substituições (porquê tirar Nélson e deixar o Maxi em campo? É porque fala espanhol?) nem no onze titular. Pior: o murciano parece desmotivado e sem fé na equipa. Mas isso todos nós sentimos também. Há que corrigir rapidamente os vários erros de casting que compõem este plantel. Assis, Zoro, Bergessio, Maxi Pereira, entre outros. E apostar em jogadores relamente bons, baratos e que façam a diferença. Por exemplo, Jorge Ribeiro, João Pereira, Linz e Carlitos (que é pretendido pelo Lyon). Só assim poderemos ganhar.

Ficha de jogo

Bwin Liga - 16ª jornada
Estádio da Luz, Lisboa
Assistência: 28 930 espectadores
Árbitro: Paulo Costa (AF Porto)

SL Benfica

Quim; Nélson (Nuno Assis, 61 min), Luisão, David Luiz e Léo; Petit, Rui Costa, Maxi Pereira e Di Maria (Freddy Adu, 78 min); Nuno Gomes (cap.) e Cardozo (Mantorras, 74 min)
Suplentes não utilizados: Butt, Luís Filipe, Edcarlos e Cristian Rodríguez
Treinador: José Antonio Camacho

Leixões

Beto; Filipe Oliveira, Nuno Diogo, Élvis (cap.) e Ezequias; Bruno China, Hugo Morais, Jorge Gonçalves e Diogo Valente (Vieirinha, 84 min); Nwoko (Pedro Cervantes, 72 min) e Roberto (Tales, 89 min)
Suplentes não utilizados: Jorge Baptista, Joel, Nuno Amaro e Jorge Duarte
Treinador: Carlos Brito

Disciplina: Cartão amarelo a Luisão (66 min), Petit (70 min) e Rui Costa (final do jogo); a Nwoko (35 min), Nuno Diogo (49 min), Ezequias (58 min) e Filipe Oliveira (73 min).

Marcador:

Melhor em campo: Quim

sábado, 12 de janeiro de 2008

Ridículo


No dia em que este carro se espatifar, vou-me sentir bastante contente.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Dá que pensar...

"No dia em que eu abandonar o poder, quem voltar os meus bolsos do avesso, só encontrará pó."


António de Oliveira Salazar




Frase que nunca se poderia aplicar ao nosso futebol português.

P.S. Este blog e o seu autor não têm qualquer preferência política e esta mesma frase só interessa pelo conteúdo, não pelo seu autor.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Com ferros matas...


O ditado é conhecido. Traidor. Mentiroso. Falso. Três adjectivos que descrevem bem a pessoa que Manuel Fernandes é. A história é conhecida: o médio defensivo formado pelo Benfica saiu à noite com Miguel (boas companhias, portanto) no aniversário deste último. À entrada de uma discoteca, envolveu-se em conflitos com a polícia, sendo mesmo identificado por um agente à paisana. Foi detido e passou essa noite nos calabouços da Polícia Espanhola. Além disso veio com a típica conversa de quem não assume a culpa: desculpa-se com o racismo de que é vítima em Espanha. Meu caro Manuel, nem sabes no que te meteste. Se há coisa que os espanhóis não são é racistas. À primeira exibição menos conseguida, tens o Mestalla todo a assobiar-te.

domingo, 6 de janeiro de 2008

Impensável


Do melhor e do pior. Este Benfica parece ser capaz de tudo. Uma equipa que entra bem num campo tradicionalmente muito difícil com uns adeptos insuportáveis e com um adversário muito motivado e de grande valor tem de se assumir como grande candidata ao título. O problema é o mesmo de sempre: a cabeça, ou a falta dela.

Entrámos relativamente bem no jogo: dominávamos e trocávamos a bola no meio campo adversário, mas raramente conseguíamos remates à baliza de Eduardo. O azar surge à meia hora de jogo com a lesão de Cristian Rodriguez na coxa esquerda, ele que até vinha sendo um dos melhores em campo. O Vitória conseguia apenas contra-atacar esporadicamente e acabou a primeira parte em cima da baliza de Quim, com a conivência de Paulo Paraty, que apitou para intervalo 1 minuto e 20 segundos após o período de compensação dado sem razão nenhuma.

Na segunda metade não entrámos tão bem como no primeiro tempo e tivémos apenas um remate forte mas à figura de um esforçado mas algo inconsequente Petit. O impensável aconteceu depois: mais uma perda de bola no meio-campo e o Vitória parte para um contra-ataque rápido que só é parado, em falta, por Luisão. Possivelmente agastado com o fraco rendimento do meio-campo defensivo, que não acompanhava as subidas dos sadinos, o sub-capitão põe-se a discutir com Katsouranis e o que eu não queria ver aconteceu: agressões, dedos em riste e só não houve mais graças à intervenção do jovem David Luíz, que, apesar da idade, parece ser mais correcto e profissional que os outros dois. Que sejam bem multados!

Quem não gostou da atitude e nem sequer ficou de braços cruzados foi Camacho. De imediato fez as substituições devidas: tirou Luisão para a entrada de Edcarlos e fez entrar Mantorras para o lugar de Katsouranis. No seu jeito magicamente atabalhoado e desconcertante, o angolano fez o golo. O seu festejo diz tudo. Tinha de ser ele. É coxo, pode estar acabado, pode não aguentar meia-hora, mas tem uma relação com a bola e um sentido de golo únicos. É simples: com ele, a bola entra.


Pena é que com as alterações o meio-campo tenha ficado descompensado, o que permitiu a jogada do golo do VFC. Falha no corte de David Luiz, falha de Nélson (que até esteve bem!) ao deixar sair o cruzamento, falha de Edcarlos com um péssimo tempo de salto e falha de Luís Filipe (já faltava, não é?!) que acompanha a jogada com os olhos. Quim não podia fazer nada.

Estamos a 6 pontos do clube regional, possivelmente 9, numa altura em que faltam 15 jogos. Sabendo que o calendário da segunda volta é mais difícil que o da primeira o que fazer? Preparar a próxima época? Arriscar tudo na UEFA? Ou contentarmo-nos com a fruteira que é a Taça de Portugal? Neste momento, penso que importa mais segurar um balneário que se encontra dividido.

P.S. Jaime Pacheco voltou a ser "Pai Natal" para o Benfica. Já no ano passado, apesar de jogar contra o Sistema, lá "ajudou" o nosso clube, ao ganhar ao FCP. Ontem, foi a vez do Sporting.

Ficha de jogo

Bwin Liga - 15ª jornada
Estádio do Bonfim, em Setúbal
Árbitro: Paulo Paraty (AF Porto)

Vitória FC

Eduardo; Janício, Auri, Robson e Adalto; Paulinho (Edinho, 32 min), Sandro (cap.) (Filipe Gonçalves, 78 min), Elias e Ricardo Chaves; Cláudio Pitbull e Matheus (Bruno Gama, 74 min)
Suplentes não utilizados: Milojevic, Hugo, Bruno Ribeiro e Leandro
Treinador: Carlos Carvalhal

SL Benfica

Quim; Luís Filipe, Luisão (Edcarlos, 69 min), David Luíz e Nélson; Petit (cap.), Katsouranis (Mantorras, 69 min), Maxi Pereira, Rui Costa e Cristian Rodriguez (Di Maria, 32 min); Cardozo
Suplentes não utilizados: Butt, Rúben Lima, Freddy Adu e Nuno Assis
Treinador: José Antonio Camacho

Disciplina: Cartão amarelo a Cristian Rodriguez (29 min), Di Maria (44 min), Luisão (64 min) e Rui Costa (84 min)

Golos: 0-1 por Mantorras (72 min), 1-1 por Edinho (88 min)

Assistência: 3500 espectadores

Melhor em campo: Mantorras

O fim do Dakar?

Uma pequena nota para desanuviar do clima de tensão que paira no Benfica. Esta sexta-feira foi um dos dias mais tristes para os aficionados das provas de resistência e dos motores. O cancelamento do Lisboa-Dakar 2008 foi só mais um dos graves incidentes que afectam o mundo do desporto. Pior: os responsáveis são conhecidos e tiveram sucesso, o que os pode levar a pensar que conseguem sempre o que querem. Quem sabe quando é que eles voltarão a atacar?


Foi uma autêntica desilusão para toda a gente, em especial para os participantes, que trabalham um ano inteiro para aquelas duas semanas. Na sexta-feira à noite estive na zona das Docas, em Lisboa, onde se encontravam inúmeros participantes, que descarregavam a mágoa e a frustração na bebida. Tinham um aspecto desolador. No sábado, na auto-estrada, era ver carros e camiões conduzidos por esses mesmos pilotos, tão conhecidos, mas tão incapazes de esconder a desilusão que fora o anulamento da prova. Esperemos que para o ano seja diferente.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Não diria melhor

«O Benfica é um clube diferente, onde não se espera o mesmo que num clube de menor dimensão. Aqui, um jogador que é contratado hoje terá de apresentar resultados ontem (risos). É complicado, mas sabemos que temos de dar sempre o nosso melhor num clube como o Benfica. É muito falhar uma vez, e não podemos falhar duas.»

Quim

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Para começar bem

Para começar 2008 com o pé direito, aqui está uma boa notícia sobre o nosso clube. Que a transparência e a gestão financeira positiva continuem, algo de que nem todos os adeptos de outros clubes se podem congratular.

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De um benfiquista para os benfiquistas. Este é um blog para todos os que, diariamente vivem e respiram Benfica. Viva o Sport Lisboa e Benfica!

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